A mídia vem
dando espaço para uma discussão no mínimo surreal: os estudantes da educação infantil
e fundamental devem ou não cantar o Hino Nacional, antes do início das aulas, a
cada dia.
Eu, que fui
educado na antiga escola primária do povoado do Porto do Tuta, às margens do
Rio Paraíba do Sul, em Cantagalo (RJ), entendo perfeitamente pedagógica essa
medida do ministro da Educação. Lá, na escola da querida professora Neli
Rodrigues Moreira da Costa, aprendi as noções essenciais para o exercício da
cidadania. De lá saí, após três anos, perfeitamente alfabetizado, podendo ler e
entender o que lia nos periódicos da época e nos livros. E, todos os dias, em
fila indiana, cantava, junto aos meus colegas, o Hino Nacional e outros hinos,
como o da Bandeira. Aprendi até o hino da Marinha, o Cisne Branco.
O atual
governo federal está disposto a resgatar os valores pátrios, estraçalhados
pelos governos do PSDB, PT/MDB/PMDB/MDB, este um partido que ainda não
encontrou sequer o seu verdadeiro nome, que poderia ser Partido Menor do Brasil
(PMDB). Até conseguiu aprovar uma
Constituição parlamentarista para um regime presidencial. E ainda apelidou esse
monstrengo que só tem direitos em “Constituição Cidadã”. Deu no que deu. Um
retrocesso brutal em nosso desenvolvimento social e econômico. Surgem, para “democratizar”
o Brasil, os terroristas de 64 como os salvadores da pátria – FHC e sua trupe,
Lula, Dilma, Zé Dirceu e outros “menos votados”. Hoje, confessam que queriam mesmo
era implantar a “ditadura do proletariado”. Coitado dos trabalhadores.
No Congresso
Nacional, os esquerdistas não têm argumentos lógicos. Vivem a apenas a repetir
os slogans comunistas. Falta, somente, o “Fora Ianques”! Como Maduro, filhote
desses defensores da “ditadura do proletariado”, os EUA são culpados de todas
as mazelas do mundo. Os anjos são os ditadores da Coreia do Norte, Cuba,
Venezuela. A China já está mudando lentamente. Está saindo do armário comunista...
Essa trupe
esquerdista bate palmas para as crianças catequizadas, doutrinadas pelo MST cantarem
o hino dessa milícia rural. Filmam e divulgam. Mas as escolas públicas, mantidas
pelos tributos de todos brasileiros − dos miseráveis aos trilionários – não podem
filmar as aulas e nem inserir o Hino Nacional em sua rotina, ao lado do ensino
de noções de ética, moral e civismo.
Em um país governado
sob o lema “Brasil acima de tudo – Deus acima de todos”, não há lugar para
milícias rurais ou urbanas e as entidades que promovem essa farra de invasão de
imóveis devem ser colocadas na ilegalidade e os seus dirigentes processados,
com pleno direito de defesa e do contraditório, porque estamos vivendo o início
de recuperação da democracia.
A violência nas
escolas públicas tem de ser eliminada. A administração dessas escolas deve ser
militarizada, para varrer de seu interior e periferia os narcotraficantes e
reeducar seus estudantes para aprenderem a viver juntos, desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências
– realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos – no respeito
pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
Essas ações
não podem conviver com “professores” militantes que desejam apenas catequizar
os seus submissos alunos. Uma administração baseada nas escolas militares é a
solução para a educação pública brasileira, quando “professores” pensam que Cuba
e Venezuela vivem “em plena democracia, com os direitos individuais
respeitados, com eleições livres” (?!?!).
O Hino
Nacional nas escolas é a sinalização de que saímos de uma pretensa “ditadura do
proletariado” para construir uma verdadeira democracia, onde bandidos, de
qualquer natureza, não têm vez e todos serão realmente iguais perante as leis.
Jair Bolsonaro está iniciando essa jornada. Outros prosseguirão, varrendo
definitivamente essa minoria de agitadores do cenário político brasileiro. Serão
apenas minoria. E como dizia um matreiro político mineiro: “maioria não
discute, vota”.
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