domingo, 3 de março de 2019

Hino Nacional: sinalização para a Democracia


A mídia vem dando espaço para uma discussão no mínimo surreal: os estudantes da educação infantil e fundamental devem ou não cantar o Hino Nacional, antes do início das aulas, a cada dia.
Eu, que fui educado na antiga escola primária do povoado do Porto do Tuta, às margens do Rio Paraíba do Sul, em Cantagalo (RJ), entendo perfeitamente pedagógica essa medida do ministro da Educação. Lá, na escola da querida professora Neli Rodrigues Moreira da Costa, aprendi as noções essenciais para o exercício da cidadania. De lá saí, após três anos, perfeitamente alfabetizado, podendo ler e entender o que lia nos periódicos da época e nos livros. E, todos os dias, em fila indiana, cantava, junto aos meus colegas, o Hino Nacional e outros hinos, como o da Bandeira. Aprendi até o hino da Marinha, o Cisne Branco.
O atual governo federal está disposto a resgatar os valores pátrios, estraçalhados pelos governos do PSDB, PT/MDB/PMDB/MDB, este um partido que ainda não encontrou sequer o seu verdadeiro nome, que poderia ser Partido Menor do Brasil (PMDB).  Até conseguiu aprovar uma Constituição parlamentarista para um regime presidencial. E ainda apelidou esse monstrengo que só tem direitos em “Constituição Cidadã”. Deu no que deu. Um retrocesso brutal em nosso desenvolvimento social e econômico. Surgem, para “democratizar” o Brasil, os terroristas de 64 como os salvadores da pátria – FHC e sua trupe, Lula, Dilma, Zé Dirceu e outros “menos votados”. Hoje, confessam que queriam mesmo era implantar a “ditadura do proletariado”. Coitado dos trabalhadores.
No Congresso Nacional, os esquerdistas não têm argumentos lógicos. Vivem a apenas a repetir os slogans comunistas. Falta, somente, o “Fora Ianques”! Como Maduro, filhote desses defensores da “ditadura do proletariado”, os EUA são culpados de todas as mazelas do mundo. Os anjos são os ditadores da Coreia do Norte, Cuba, Venezuela. A China já está mudando lentamente. Está saindo do armário comunista...
Essa trupe esquerdista bate palmas para as crianças catequizadas, doutrinadas pelo MST cantarem o hino dessa milícia rural. Filmam e divulgam. Mas as escolas públicas, mantidas pelos tributos de todos brasileiros − dos miseráveis aos trilionários – não podem filmar as aulas e nem inserir o Hino Nacional em sua rotina, ao lado do ensino de noções de ética, moral e civismo.
Em um país governado sob o lema “Brasil acima de tudo – Deus acima de todos”, não há lugar para milícias rurais ou urbanas e as entidades que promovem essa farra de invasão de imóveis devem ser colocadas na ilegalidade e os seus dirigentes processados, com pleno direito de defesa e do contraditório, porque estamos vivendo o início de recuperação da democracia.
A violência nas escolas públicas tem de ser eliminada. A administração dessas escolas deve ser militarizada, para varrer de seu interior e periferia os narcotraficantes e reeducar seus estudantes para aprenderem a viver juntos, desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências – realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos – no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
Essas ações não podem conviver com “professores” militantes que desejam apenas catequizar os seus submissos alunos. Uma administração baseada nas escolas militares é a solução para a educação pública brasileira, quando “professores” pensam que Cuba e Venezuela vivem “em plena democracia, com os direitos individuais respeitados, com eleições livres” (?!?!).
O Hino Nacional nas escolas é a sinalização de que saímos de uma pretensa “ditadura do proletariado” para construir uma verdadeira democracia, onde bandidos, de qualquer natureza, não têm vez e todos serão realmente iguais perante as leis. Jair Bolsonaro está iniciando essa jornada. Outros prosseguirão, varrendo definitivamente essa minoria de agitadores do cenário político brasileiro. Serão apenas minoria. E como dizia um matreiro político mineiro: “maioria não discute, vota”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário