A
preguiça de escrever nesta manhã de mais uma Páscoa cristã me leva a pensar em
alguns temas que, talvez, possam me inspirar a debruçar-me, no futuro, sobre
alguns deles.
Como é
possível diversas instituições educacionais implantarem metodologias ativas em
seus cursos ou na escola, baseadas em tecnologias digitais da informação e
comunicação (TDICs), mas gerenciadas por uma burocracia mastodôntica, onde o
professor faz lançamentos manualmente no diário de classe ou similar além de
outras tarefas administrativas inócuas ou mal formuladas?
Eu não
entendo como o Supremo Tribunal Federal (STF) abre inquérito, investiga, acusa
e julga. Estamos na Venezuela ou nos tempos de Che Guevara?
E o
Ministério da Educação que, em quase quatro meses, nada produziu, além de exonerar,
nomear, exonerar, nomear, exonerar funcionários para o segundo e terceiro escalões.
Quando o MEC vai começar a produzir, ministro Abraham Weintraub?
A grande
mídia continua a tratar o presidente Jair Bolsonaro como inimigo. Estamos em
guerra? Não adotaram o “Brasil acima de tudo”? Preferem o “Brasil abaixo de
tudo”?
Quando
o Neymar vai voltar a jogar futebol? Na Copa de 2030?
Por
que todas as novelas da TV Globo têm bordel? O diretor dessa área tem alguma
fixação, frustração ou “sei lá o quê” que Freud explica?
Por
que os narradores de partidas de futebol esquecem o jogo e passam o tempo
contando estórias, com o entusiástico apoio dos comentarias? E ainda continuam
contratados para essa tarefa insana!
O
ex-presidente Lula já foi condenado a mais de 25 anos de prisão, por variados
crimes, mas continua preso em uma “cela especial” nas dependências da Polícia
Federal em Curitiba. Por que o Zé Mané continua preso numa cela de nove metros
quadrados, junto com mais uns dez ou mais colegas?
A
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de hoje rompeu com sua longa história de
defesa da Constituição, da liberdade de imprensa e de expressão, sem ser ligada
a qualquer partido político ou ideologia. Agora a OAB tomou partido. É contra o
presidente Jair Bolsonaro. É mais um aliado do “Brasil abaixo de tudo”? Preso é
preso. Todos são iguais perante a Lei.
Por
que após o término do chamado regime militar, os governos “democráticos” e “populares”
permitiram que a qualidade da educação básica chegasse ao fundo do poço? Entre quarenta
países, o Brasil aparece na 39ª posição no ranking internacional da Pearson International. Os dados divulgados pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE) são a base do ranking. A OCDE aplica os testes
internacionais Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa),
Tendências Internacionais nos Estudos de Matemática e Ciência e avaliações do
Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização e Leitura. E o
Ministério da Educação continua exonerando, nomeando, exonerando, nomeando...
Chega, por hoje. Já é problema demais... Desculpem, amigos,
os meus desabafos. Ainda bem que eles não abalam a economia do País...
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