domingo, 28 de outubro de 2018

Bolsonaro presidente: a esperança dos brasileiros de bem com a vida


Às 18h todos saberemos o resultado da eleição presidencial. Jair Bolsonaro? É possível, pelas pesquisas sérias divulgadas na última sexta-feira, 26.
Bolsonaro vai dirigir um país arrasado, aparelhado e subjugado pelos governos petistas – Lula, Dilma e Temer. Como? Temer não é do PT? É do MDB ou PMDB! Não tenha memória tão curta: Temer foi eleito como vice na chapa da dona Dilma, numa aliança espúria PT-PMDB. É, portanto, a continuidade da finada era lulopetista. Os serviços públicos em péssimas condições de oferta e uso pelo cidadão e um desgoverno em completa decadência.
Planejar é preciso, com metas reais, monitoradas e reavaliadas por uma equipe multidisciplinar da absoluta confiança do Presidente. Desse plano estratégico deve surgir um plano emergencial, que revele o Bolsonaro que o Brasil precisa: decisões claras e enérgicas, para “colocar o país nos eixos”.
Sou apenas um cidadão, com 82 anos de idade. Entrei na política, nos anos 50, com Getúlio Vargas na Presidência. Após o suicídio de Getúlio, assumiu o vice Café Filho, substituído em sequência por Carlos Luz e Nereu Ramos, até ser eleito Juscelino Kubitschek, em 1954, e, em sequência, Jânio Quadros – aquele que disse que poderia fechar o STF com um cabo e dois soldados –, João Goulart, o parlamentarismo, o golpe de 64, o general Castelo Branco e os seus sucessores no regime militar; a abertura democrática, Sarney, Collor, Itamar, FHC, a reeleição, Lula, Dilma e Temer. Da chamada “abertura democrática” até os dias de hoje, passados 33 anos, o Brasil conseguiu a duras penas acabar com a reserva de mercado, abrir o Brasil para o comércio mundial, privatizar alguns monstros sagrados da bandeira comunista, mas aos poucos, a miséria e a pobreza foram aumentando e, com isso, o assistencialismo demagógico da erra lulopetista, que termina em 31 de dezembro próximo.
Jair Bolsonaro é uma esperança. A partir de 1º de janeiro começaremos a saber ao que veio. E a esperança é que seja um governo democrático e empreendedor, gerando empregos e içando da miséria e da pobreza milhões de brasileiros marginalizados da educação, da saúde e dos bens mínimos para uma vida digna.
O Congresso Nacional e o STF podem ser um obstáculo ao desenvolvimentismo. É uma incógnita. É “pagar pra ver”.
Como cidadão, tenho algumas recomendações para quem não me pediu: Bolsonaro cuidado com parentes e amigos de última hora e os “parças”. Jamais nomeie alguém que não possa ser demitido em latim – ad nutum.
O presidente da República que faz a diferença governa o país para todos, indiscriminadamente. Honestidade é obrigação, como o próprio Bolsonaro não cansa de afirmar.
Reduzir drasticamente a quantidade de ministérios é compromisso de campanha e deve ser colocado em prática. Não pode fazer como o presidente Temer, reduz meia dúzia e depois volta com tudo.
A meritocracia deve imperar na escolha de ministros, lideranças no Congresso Nacional, na PGR e, quando houver vaga, nos tribunais federais. O cargo mais adequado para o juiz Sérgio Moro é o de procurador geral da República, mais à frente, de ministro do STF.
Na reestruturação dos ministérios, basta de fragmentação! A educação, a cultura, a ciência e tecnologia devem compor um só ministério. Um ministério do desenvolvimento econômico deve ser integrado pela agricultura, indústria e comércio. São exemplos mais gritantes.
Quando Leonel Brizola assumiu o governo do Estado do Rio, dividiu a área de segurança. Perguntado se essa fragmentação não seria prejudicial às ações contra o crime, ele afirmou categoricamente: eu sou o comandante e asseguro que isso não vai acontecer. Mas aconteceu. E o resultado, ainda em andamento, é a criminalidade que assola o Grande Rio. Brizola não está mais aqui, mas os resultados de sua irresponsabilidade geraram a impunidade na Cidade Maravilhosa.
Simplificar, descomplicar, desburocratizar é a melhor forma de combater a corrupção, ao lado do Estado mínimo, que garanta serviços públicos eficientes e eficazes: educação, saúde, transporte e segurança. O resto é cabide de emprego. Vejam as estatais criadas na gestão do PT e que não administram nada.
O BNDES deve ser entregue a um economista que tenha sensibilidade para a sustentabilidade social. É um banco de desenvolvimento econômico e social. Não pode financiar projetos bilionários, com os recursos do FGTS, que não tenham por objetivo criar novos empregos e distribuir riqueza. No Brasil. Cuba, Venezuela e outros menos votados devem gerar sua própria riqueza, embora seja impossível com os regimes de miséria adotados. Antes de tudo, o Nordeste, a seca, o emprego.

O Bolsa Família tem que sofrer uma limpeza radical para eliminar políticos municipais e seus comparsas do uso desavergonhado dessa esmola federal. Já dizia o filósofo de Exu, Luiz Gonzaga, o Rei do Baião: "Uma esmola, para o homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão". Emprego e renda são a saída para erradicar a miséria e a pobreza. A esmola deve ser emergencial, com um programa voltado para a qualificação dos beneficiários em atividades profissionais possíveis no local ou região. O incentivo à criação de cooperativas de produção pode ser uma das saídas.

São dicas amadoras e inocentes que, certamente, os profissionais da política vão rejeitar.
Sucesso, Presidente!¨
PS-1. O Jornal Nacional de ontem, sábado, 27, apresentou um retrospecto das atividades dos candidatos Bolsonaro e Haddad na semana finda. Com a parcialidade de sempre, nas barbas do TSE, dedicou mais tempo ao discurso de Haddad do que às passeatas, em particular as de domingo, 21,  e às falas do Bolsonaro, impedido de ir à ruas pelo criminoso atentado político que sofreu em Juiz de Fora.
PS2- O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, declarou, neste sábado, o seu voto a Haddad. Memória curta. Ele se esqueceu do mensalão...
¨¨¨

domingo, 21 de outubro de 2018

Eleições 2018: Bolsonaro x Lulopetismo


O segundo turno para as eleições presidenciais revela a verdadeira face do lulopetismo.
Do 1º para o 2º turno houve mudanças camaleônicas do “candidato” do Lula/PT para a Presidência da República. O Lula desapareceu da propaganda eleitoral; o vermelho transformou-se em verde e azul da Bandeira nacional; o “candidato” passou a defender a democracia e chegou a mudar o Plano de Governo do PT, para eliminar frases “desconfortáveis”. E pior: ameaçou os nordestinos com Lula na Presidência, quando o prisioneiro, pela Lei da Ficha limpa, está impedido de ser candidato a qualquer cargo eletivo e passou a agredir com mentiras do candidato do PSL – Jair Messias Bolsonaro.
O candidato Jair Bolsonaro, desde 6 de setembro último, quando sofreu um atentado político, com facadas no abdômen, em uma passeata em que era carregado pela multidão nas ruas de Juiz de Fora (MG), não pode mais participar dessas passeatas, o forte de sua campanha eleitoral. A tentativa de assassinato de Bolsonaro – um atentado político – até agora não chegou a uma conclusão dos verdadeiros mandantes do crime. E nem vai ser, quando o criminoso é assistido por quatro advogados famosos, pagos por não se sabe quem, ao abrigo de uma acomodada e injustificável “ética profissional”.
Bolsonaro foi afastado criminosamente da campanha eleitoral. Seu único instrumento está sendo a internet, ajudado gratuitamente por grande número de marqueteiros voluntários. E aí está a diferença entre um candidato e outro.
Neste domingo, 21, está agendada uma passeata pro Bolsonaro em centenas de cidades, do “Oiapoque ao Chuí”. No momento em que escrevo este Blog, na manhã deste dia 21, as passeatas ainda não começaram. Deve ser uma passeata grandiosa, que vai consagrar o candidato da ordem e da democracia – Jair Messias Bolsonaro.¨

domingo, 14 de outubro de 2018

ISSO-9000:2000/NBR 15419:2008 – Gestão de qualidade na educação superior


Logo após o término da segunda grande guerra mundial, em 1946, foi criada a International Organization for Standardization (ISO), uma entidade internacional com sede em Genebra, Suíça. A ISO tem por objetivo o desenvolvimento de normas técnicas de um Sistema de Gestão de Qualidade. Esse sistema é desenvolvido, em nosso país, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
A ISO-9000, versão 2000 (Disponível em: <http://www.standardconsultoria.com/f/files/814048ce04d8cdfe2b1ba9438be31009791895463.pdf>), editada pela ABNT, caracteriza os princípios de gestão da qualidade que podem conduzir a organização à melhoria do seu desempenho, caso seja implementado de forma consistente em um processo democrático e moderno de gestão. O quadro seguinte apresenta esses princípios.

Foco no cliente
Organizações dependem de seus clientes e, portanto, é recomendável que atendam às necessidades atuais e futuras do cliente, os seus requisitos e procurem exceder as suas expectativas.
Liderança

Líderes estabelecem a unidade de propósito e o rumo da organização. Convém que eles criem e mantenham um ambiente interno, no qual as pessoas possam estar totalmente envolvidas no propósito de atingir os objetivos da organização.
Envolvimento de pessoas

Pessoas de todos os níveis são a essência de uma organização, e seu total envolvimento possibilita que as suas habilidades sejam usadas para o benefício da organização.
Abordagem de processo

Um resultado desejado é alcançado mais eficientemente quando as atividades e os recursos relacionados são gerenciados como um processo.
Abordagem sistêmica para a gestão

Identificar, entender e gerenciar os processos inter-relacionados como um sistema contribui para a eficácia e eficiência da organização no sentido desta atingir os seus objetivos.
Melhoria contínua

Convém que a melhoria contínua do desempenho global da organização seja seu objetivo permanente.
Abordagem factual para tomada de decisão
Decisões eficazes são baseadas na análise de dados e informações.
Benefícios mútuos nas relações com os fornecedores
Uma organização e seus fornecedores são interdependentes, e uma relação de benefícios mútuos aumenta a capacidade de ambos em agregar valor.

Esses princípios (NBR ISO 9000:2000) conduzem os gestores, em tempos de mudanças e competitividade, a uma abordagem de sistemas de gestão da qualidade. Esse sistema, caso seja implantado e consolidado, “gera confiança na capacidade de seus processos e na qualidade de seus produtos, e fornece uma base para melhoria contínua”. Essa abordagem é apresentada a seguir:
a) determinação das necessidades e expectativas dos clientes e das outras partes interessadas;
b) estabelecimento da política da qualidade e dos objetivos da qualidade da organização;
c) determinação dos processos e responsabilidades necessários para atingir os objetivos da qualidade;
d) determinação e fornecimento dos recursos necessários para atingir os objetivos da qualidade;
e) estabelecimento de métodos para medir a eficácia e a eficiência de cada processo;
f) aplicação dessas medidas para determinar a eficácia e a eficiência de cada processo;
g) determinação dos meios para prevenir não-conformidades e eliminar suas causas;
h) estabelecimento e aplicação de um processo para melhoria contínua do sistema de gestão da qualidade.
A NBR ISO 9000: 2000 procura traduzir esse sistema no seguinte gráfico:

Para o entendimento claro do que seja processo em uma organização, a NBR ISO 9000:2000 assim o qualifica: “qualquer atividade, ou conjunto de atividades, que usa recursos para transformar insumos (entradas) em produtos (saídas)”. Cabe às organizações identificarem e gerenciarem seus processos interrelacionados e interativos, para que funcionem de forma eficaz e eficiente.
A NBR ISO 9000:2000 é uma metodologia de gestão de qualidade submissa às etapas de planejamento / verificação / ação. Essa estratégia é identificada genericamente pela sigla PDCA, do inglês plan/do/check/act, assim traduzida no gráfico ao lado (Disponível em: <http://gestao-de-qualidade.info/ferramentas-da-qualidade/pdca.html>. Acesso em: 25 jun. 2018).


O ciclo PDCA pode, por exemplo, planejar, fazer, checar e agir nos objetivos da IES, em pontos relevantes, para a melhoria contínua de qualidade dos processos educacionais. O quadro a seguir apresenta um elenco aleatório de objetivos e metas que podem ser inseridos no planejamento de qualquer modelo de estrutura organizacional de uma IES da livre iniciativa, variando as metas quantitativas, de acordo com as especificidades, características e diversidade de cada uma. O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é o instrumento mais adequado para essas ações fundamentais, tendo em vista a melhoria contínua da qualidade dos serviços educacionais:

Planejamento/Objetivo
Meta
Prazo
Produtividade / Relação ingressantes-concluintes
Aumentar em 30% a produtividade
4 anos
Redução da inadimplência
Reduzir de 15 para 5%
3 anos
Capacitação docente
Elevar para 50% a quantidade de mestres com mais de cinco anos de experiência docente no ensino superior
4 anos
Elevar para 30% a quantidade de doutores com mais de dez anos de atividade docente/pesquisa
5 anos
Reduzir para 20% do corpo docente a quantidade de especialistas (pós-graduação lato sensu).
5 anos
Avaliação interna/CPA
Avaliação de 360 graus de todos os cursos superiores, anualmente.
5 anos
Avaliação externa/MEC
Promover as condições para elevar para 4 e 5 os conceitos emitidos pelas comissões avaliadoras do MEC para todos os cursos de graduação
5 anos
Avalição da pós-graduação




Stricto sensu
Elevar para conceito 5 os cursos de mestrado
4 anos
Elevar para conceito 7 os cursos de doutorado
8 anos
Lato sensu
Instituir avaliação interna, pela CPA, dos cursos de especialização, aperfeiçoamento e atualização para graduados
2 anos
Efetiva consolidação da extensão
Inserir a extensão de serviços e cursos em todos os PPCs
4 anos
Melhoria das condições ambientais
Reduzir a produção de resíduos sólidos em 20% ao ano
2 anos
Ampliação das condições de acessibilidade
Assegurar o pleno direito de acessibilidade à comunidade acadêmica e ao público externo
3 anos






A Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular – Funadesp, com sede em Brasília, teve a iniciativa de, em 2002, promover encontros sobre a gestão de qualidade das IES da livre iniciativa. Desses encontros, com a participação do Conselho Curador da Fundação e a cooperação do Ministério de Ciência e Tecnologia, surgiu a norma técnica NBR 15419:2008, que estabelece as diretrizes para aplicação da NBR ISO 9001:2000 às IES da livre iniciativa. São referências normativas: NBR ISSO 9000:2005/Sistemas de gestão da qualidade, fundamentos e qualidade e NBR ISSO 9004:2000/Sistema de gestão de qualidade, diretrizes para melhoria do desempenho.  A NBR 15419:2008 foi desenvolvida pela Comissão de Estudo de Documentos Auxiliares do Comitê Brasileiro de Qualidade (ABNT/CB-25).
Segundo a ABNT (Disponível em: <http://www.abnt.org.br/noticias/4129-gestao-de-qualidade-no-setor-educacional>. Acesso em: 30 maio 2018):
A norma ABNT NBR 15419:2006 – Sistemas de gestão da qualidade – Diretrizes é para aplicação da ISO 9001 nas organizações educacionais. Ela especifica os requisitos para um sistema de gestão da qualidade, quando uma organização necessita demonstrar sua capacidade para fornecer de forma coerente produtos que atendam aos requisitos do cliente e requisitos regulamentares aplicáveis, e pretende aumentar a satisfação do cliente por meio da efetiva aplicação do sistema, incluindo processos para melhoria contínua do sistema e a garantia da conformidade com requisitos do cliente e requisitos regulamentares aplicáveis.
Nessa norma, o termo “produto” aplica-se apenas para produto intencional ou requerido pelo cliente. A implementação de um sistema de gestão de qualidade é uma decisão voluntária de uma organização educacional, a fim de atender a demandas externas (dos clientes, por exemplo) ou internas. Mantém o conteúdo da ABNT NBR ISO 9001, mas se aproxima do cotidiano da educação, ou seja, não altera a norma original, apenas acrescenta como as organizações podem aplicar a Gestão da Qualidade nas instituições educacionais.
A implantação da ABNT NBR ISO 9001 proporciona o aperfeiçoamento da gestão dos estabelecimentos de ensino e, consequentemente, da qualidade da educação.
As IES brasileiras, com poucas exceções, ainda não descobriram a NBR ISO 9000:2000/NBR 15419:2008 .¨





domingo, 7 de outubro de 2018

Eleições 2018: um divisor de águas


Hoje, 7 de outubro de 2018, é dia de eleição. 147,3 milhões de eleitores devem ir às urnas, sendo 77.337.918 mulheres (52,5%) e 69.901.035 homens (47,5%). Serão eleitos 1.634 candidatos: um presidente da República, 27 governadores dos estados e do Distrito Federal e os legisladores: 34 senadores (dois por unidade federada), 513 deputados federais e 1.059 deputados estaduais. O mandato é de quatro anos, exceto para os senadores, cujo mandato é de oito anos.
Para os cargos executivos – presidente e governadores – há necessidade de maioria absoluta (metade mais um voto sobre o total de votos válidos) para a eleição ser resolvida no primeiro turno. O segundo turno será em 28 de outubro. O mandato terá início em 1º de janeiro de 2019.
Esses números são frios e imparciais. São apenas números, nada mais.
A eleição presidencial é que polariza os eleitores e a escolha do candidato, geralmente, é feita por sentimentos ainda não conhecidos. A razão – mediante a análise imparcial do programa de governo e da vida pregressa de  cada candidato – dificilmente entra nessa equação. Esses sentimentos, digamos, esotéricos, conduzem o eleitor a ignorar o caráter do candidato e o seu programa de governo. Isso explica – mas não justifica – o fato do representante de Lula aparecer em segundo lugar nas prévias eleitorais, apesar da corrupção que grassou nos governos petistas (Lula/Dilma), conforme comprovam decisões judiciais em segunda instância e as “colaborações premiadas” de empresários e políticos do PT, PMDB (ou MDB) e PP. Nos debates promovidos pela mídia, pouco se soube dos programas de cada candidato, exceto chutes demagógicos, como zerar o SPC e agredir o adversário, como se fosse inimigo.
No programa de governo de Fernando Haddad, o “representante” de Lula nas eleições de 2018, a Coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT, PCdoB e PROS) pretende “defender o Plano de Governo pensado por Lula”. Não é o plano de governo Haddad, mas do presidiário Lula. A palavra “golpe” aparece catorze vezes, como referência à cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff, realizado nos estritos termos da Constituição e um Congresso Nacional comandado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, nomeado por Lula, em 2006. 
Esses são apenas alguns exemplos de programas fantasiosos de candidatos à Presidência da República. O Programa der Governo deveria, após o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ser monitorado pelo mesmo Tribunal, após a posse do presidente ou do governador. Caso não seja cumprido, o TSE solicitaria a cassação do mandato do presidente ao Congresso Nacional e, quanto aos governadores, à Assembleia Legislativa, após uma avaliação anual.
Penso que, nesta eleição, os 208,5 milhões de habitantes, representados por 147,3 milhões de eleitores, darão início às reformas política, educacional, tributária, trabalhista, previdenciária para que o nosso país volte a crescer, a criar empregos e ingressar, de uma vez por todas, em um período neoliberal, indispensável aos avanços socioeconômicos imprescindíveis a uma nação que pretenda ser civilizada, com plena educação para todos, em todos os níveis educacionais.
Esta eleição é um divisor de águas: ou tomamos o caminho difícil das reformas, que vai gerar riquezas ou o do populismo fácil, comunistoide, que mantém o povo cativo mediante esmolas, pão e circo. Não podemos virar uma grande Venezuela.¨